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Número de terremotos em 2018 aumentará muito – Veja por quê!

por Redação Momento Critico 26/01/2018

O planeta verá mais terremotos em 2018 do que nos últimos 30 anos. Você sabe por que?

Estudo publicado em 2017 aponta para resultado preocupante. O número de terremotos poderosos em 2018 na Terra, terá um aumento significativo.

O estudo descobriu associação entre a velocidade com que o planeta se movimenta e o número de terremotos ocorridos no período de um ano.

No fim de 2017 Bilham, um dos autores do estudo, afirmou categoricamente. “No próximo ano, teremos um aumento significativo no número de terremotos intensos”. O pesquisador relata que o ano de 2017 contou com uma média de seis sismos considerados intensos, mas que o cenário mudará em breve. “É provável que a partir de 2018 tenhamos pelo menos 20 terremotos por ano”.

Quer entender melhor este estudo e saber o que nos espera neste ano que está só começando? Este artigo vai explicar tudo que você precisa saber sobre o resultado polêmico!

Boa leitura!

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2018: O ano dos terremotos

Guia completo do estudo que impactou o mundo prometendo um ano com aumento significativo no número de terremotos!

Pesquisa realizada em conjunto entre a Universidade do Colorado (EUA) e a Universidade Estadual de Montana (EUA) chega a resultado aterrador e vira notícia no mundo. 2018 contará com pelo menos 4 vezes mais terremotos de magnitude 7,0 ou superior do que os registrados durante todo o ano de 2017.

O estudo foi apresentado pelos autores, Rebecca Bendick e Roger Bilham, no Encontro Anual da Sociedade Geológica da América, em outubro de 2017.

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Estudo revolucionário

Os pesquisadores afirmam que este é um estudo revolucionário. “A ciência está mais perto do que nunca de prever verdadeiras catástrofes naturais. Isso poderá salvar milhões de vidas!”  Afirma Bendick ao jornal britânico The Guardian.

A investigação aponta para correlação entre o aumento periódico no número de terremotos intensos, com magnitude mínima de 7,0 graus na Escala Richter, e a desaceleração na rotação do planeta. Em outras palavras. O resultado apresentado pela Universidade do Colorado (EUA) e pela Universidade Estadual de Montana (EUA) afirma que a frequência de terremotos intensos está diretamente relacionada à velocidade na rotação do planeta sobre seu próprio eixo (tempo que a Terra leva para girar em torno de si).

Durante apresentação no Encontro Anual da Sociedade Geológica da América, Bilham ressalva ainda que. “Esse efeito não é imediato”. O estudo apontou que demora em torno de cinco anos para os efeitos da desaceleração serem percebidos. Isso significa que a ciência conseguirá calcular com 5 anos de antecedência quando o planeta estará mais propenso a passar por terremotos de alto risco!

Agora em entrevista à BBC Brasil, Bendick é honesta ao afirma que não é possível prever a aceleração ou desaceleração na rotação do planeta. A autora diz que o monitoramento da situação deve ser constante. Que é possível detectar as alterações na atividade do planeta por meio de observação astronômica e relógios atômicos.

Os autores afirmam que a última vez em que o planeta contou com a desaceleração mencionada foi após a virada de 2012 para 2013.

Segundo as estimativas,  o ano de 2018 contará com um aumento significativo no número de terremotos intensos!

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Ressalvas do estudo

O estudo possui duas ressalvas importantes apresentadas por Bendick em entrevista ao The Guardian:

Hipótese científica

Os pesquisadores e suas respectivas instituições acadêmicas acreditam fortemente que fizeram uma descoberta histórica. Mas os resultados obtidos ainda são preliminares. Serão necessários estudos subsequentes e monitoramento para verificação da veracidade dos dados.

Momentaneamente, os resultados são apenas hipóteses que apontam a correlação entre os dois fenômenos.

Locais dos desastres

Não é possível prever onde ocorrerão os sismos.

Salienta-se que a maior parte dos eventos sísmicos costumam acontecer próximos à linha do equador. Explicação encontrada pelo estudo para este fenômeno é que esta região do globo terrestre sofre mais impactos com as mudanças na rotação da Terra do que o restante do planeta.

Os autores acreditam que uma boa aposta sobre os locais mais propensos a sofrerem com o número de terremotos que está por vir são as regiões tropicais próximas à linha do equador.

Destaca-se que algumas dessas regiões contam com mais de um bilhão de habitantes, o que equivale à 5 vezes a população brasileira ou à 2 vezes a população de toda a América Latina, de acordo com censo de 2016.

É como se a população de todo o continente Americano estivesse prestes a sofrer com um sismo!

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E o Brasil?

Em entrevista à BBC Brasil, Bendick afirma que: “Nada disso diz respeito ao Brasil”. A autora acredita que não existem motivos para deixar os brasileiros preocupados. Segundo a pesquisadora, o Brasil é um país bastante pacato, quando o assunto são episódios sísmicos. Não há porque levantar a hipótese de que o Brasil sofrerá com algum dos terremotos.

Qual número de terremotos esperar em 2018?

A pesquisa é concluída destacando que são registrados em torno de 15 sismos intensos no intervalo de um ano desde 1900. Entretanto, periodicamente – e justamente cinco anos após a desaceleração da rotação da Terra – esse número sobe para até 35 tremores com magnitude igual ou superior a 7,0 na Escala Richter.

Não há como prever com exatidão. Os estudiosos dizem que os terremotos de 2018 de nível intenso ficará na faixa dos 20 aos 35.

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